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| O Soud Five, em Sesimbra, no intervalo de um dos bailes de Carnaval, na Sociedade Musical Sesimbrense. Eu, Alcobia, João "Padeiro", Ramiro e Parreira |
O Sound Five, era no início dos anos 70, um dos principais conjuntos musicais, que fazia furor nos bailaricos em todo o distrito de Setúbal. Não sou da formação inicial, e quando cheguei a este grupo foi do tipo jogador de futebol que sai do clube da terra e vai para a 1ª divisão. Primeiro porque tinha todas as condições - sala de ensaio, carrinha, aparelhagem, e contratos. O senão era o empresário, o Senhor Nobre, pai do Ramiro, que para além de meter o bedelho, metia a unha no nosso dinheiro, sem dó nem piedade. Segundo, porque a qualidade dos músicos melhorou. Inicialmente tocava com a guitarra da casa, uma Ibanez, cópia da Gibson SG, e só mais tarde venho a comprar a minha própria Ibanez. Foi por esta altura que começamos a aventurar-nos fora das tradicionais músicas dos bailes, tocando Uriah Heep e fazendo algumas coisas baseadas nos Deep Purple, como um tema ao qual chamámos "Cavalgada", sempre em La menor, na linha da parte do solo do Child in Time. Tinhamos também alguns temas outsiders de bandas como Moody Blues, Donovan, Creendence, Stones...
O Sound Five levava uma considerável legião de fâns aos seus bailes, e por isso a agenda estava sempre cheia, de 6ª a domingo, por vezes com matinées pelo meio. Foi um bom tranpolim para a banda seguinte, o Código.
O Sound Five levava uma considerável legião de fâns aos seus bailes, e por isso a agenda estava sempre cheia, de 6ª a domingo, por vezes com matinées pelo meio. Foi um bom tranpolim para a banda seguinte, o Código.
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| O Parreira, o Ramiro, eu e o Alcobia, não éramos apenas colegas de conjunto, saíamos várias vezes juntos. Aqui estamos em Sintra numa excursão da Escola das Cavaquinhas. |


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